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Gerador de energia para obras utilizado para dimensionar corretamente a potência conforme a demanda de equipamentos no canteiro de obras
29 de janeiro de 2026

Gerador de energia para obras: como dimensionar a potência correta?

O uso de gerador de energia para obras é essencial em canteiros que não contam com fornecimento elétrico adequado ou que precisam garantir continuidade nas atividades. Desde pequenas construções residenciais até grandes obras de infraestrutura, o gerador assegura o funcionamento de equipamentos, ferramentas e sistemas essenciais.

No entanto, para obter eficiência e segurança, é fundamental dimensionar corretamente a potência do gerador. Continue a leitura para entender a importância do dimensionamento correto da potência e dicas essenciais para que isso seja feito de forma assertiva.

Por que o dimensionamento correto é tão importante?

Dimensionar corretamente um gerador de energia para obras evita problemas como quedas de tensão, sobrecarga, consumo excessivo de combustível e até danos aos equipamentos conectados. Um gerador subdimensionado não suporta a demanda necessária, enquanto um superdimensionado gera custos desnecessários de aquisição, locação e manutenção.

Por isso, o cálculo adequado da potência garante economia, maior vida útil do equipamento e operação segura no canteiro de obras.

Levantamento dos equipamentos utilizados na obra

O primeiro passo para dimensionar este equipamento de forma correta é listar todos os equipamentos que serão alimentados simultaneamente. Entre os mais comuns estão betoneiras, serras elétricas, marteletes, compactadores, bombas d’água, iluminação, escritórios móveis e ferramentas elétricas.

Cada equipamento possui uma potência nominal indicada pelo fabricante, geralmente expressa em watts (W) ou quilowatts (kW). Esse levantamento deve considerar o uso simultâneo, pois nem todos os equipamentos operam ao mesmo tempo.

Atenção à potência de partida dos equipamentos

Um ponto crítico no dimensionamento do gerador de energia para obras é a potência de partida, especialmente em equipamentos com motores elétricos. Máquinas como betoneiras, compressores e bombas exigem uma corrente inicial maior para entrar em funcionamento, podendo consumir até três vezes a potência nominal por alguns segundos.

Ignorar esse fator pode causar falhas na partida ou desligamento do gerador. Por isso, é importante considerar o pico de potência necessário no momento da partida dos equipamentos.

Margem de segurança e tipo de gerador

Após somar a potência dos equipamentos e considerar os picos de partida, recomenda-se adicionar uma margem de segurança, geralmente entre 20% e 30%. Essa reserva garante estabilidade, evita sobrecargas e permite pequenas expansões no uso de equipamentos ao longo da obra.

Outro fator importante é o tipo de gerador, podendo ser monofásico ou trifásico, dependendo da demanda e do tipo de equipamento utilizado. Geradores a diesel são os mais indicados para obras, pois oferecem maior robustez, autonomia e economia em aplicações contínuas.

Locação ou compra: o que vale mais a pena?

Para muitas empresas, a locação de gerador de energia para obras é a melhor opção, especialmente em projetos temporários. A locação elimina custos de manutenção, armazenamento e transporte, além de permitir a escolha do modelo mais adequado para cada fase da obra.

Este equipamento disponibiliza produtividade e segurança no canteiro. Dimensionar corretamente a potência, considerando equipamentos, picos de partida e margem de segurança, é essencial para evitar falhas e reduzir custos. Com um bom planejamento e apoio técnico especializado, o gerador se torna um grande aliado no sucesso da obra.

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